[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"festival-about-6571":3},{"festival":4,"years":21,"news":22,"about":23},{"entryId":5,"urlTitle":6,"status":7,"name":8,"originalName":9,"alsoKnownAs":10,"logo":11,"logoAppearance":12,"logoOg":18,"about":19,"isManaged":20},6571,"premio-loja-neves-portugal","open","Prémio Loja Neves","",[],"https:\u002F\u002Fimg.r.vurchel.com\u002Ffestivals\u002F_th600\u002Fnzhywh1r.webp?v=1bf259d5",{"mode":13,"edge":14,"edgeLight":15,"plateLight":16,"plateDark":16,"crop":17,"og":17},"card","#ffffff",true,"none",null,"\u002Fimg\u002F_og\u002F5427.jpg?v=1bf259d5","[ONLY For Films from Portuguese-speaking African countries] António Loja Neves esteve sempre nos caminhos dos cineclubes, dos festivais e dos filmes que fazem a memória da nossa cinefilia. Em português (nos dois lados do Atlântico), ou em crioulo (de Cabo Verde), sempre soube construir palavras que passaram do cinema à poesia, das longas e motivantes conversas ao prazer de redescobrir sábias memórias. O seu mais profundo mergulho acabaria por ser no cinema dos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa). Com ele desenvolveu intensa programação e divulgação, em Portugal, Brasil e Moçambique. As Mostras e festivais que tinham sempre o seu cunho, por vezes quase inflamado, numa procura de identidade e conjugação de contextos que sempre o marcaram. A Federação Portuguesa de Cineclubes, da qual António Loja Neves foi sócio-fundador, pretende assim dar a continuidade merecida ao seu trabalho de promoção da cinefilia dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa no espaço do cineclubismo nacional. [NOTA] Para impedir a recepção de filmes sem qualquer critério fomos obrigados a colocar taxas de inscrição. Essas taxas de inscrição são ultrapassáveis usando o seguinte voucher: \"FPCC\".",false,[],[],{"aboutHtml":24,"countries":25,"focus":27,"categories":28,"nextDates":17,"awardsPrizes":9,"rules":9,"website":29,"contacts":30,"editDate":31},"[ONLY For Films from Portuguese-speaking African countries]\nAntónio Loja Neves esteve sempre nos caminhos dos cineclubes, dos festivais e dos filmes que fazem a memória da nossa cinefilia. Em português (nos dois lados do Atlântico), ou em crioulo (de Cabo Verde), sempre soube construir palavras que passaram do cinema à poesia, das longas e motivantes conversas ao prazer de redescobrir sábias memórias. O seu mais profundo mergulho acabaria por ser no cinema dos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa). Com ele desenvolveu intensa programação e divulgação, em Portugal, Brasil e Moçambique. As Mostras e festivais que tinham sempre o seu cunho, por vezes quase inflamado, numa procura de identidade e conjugação de contextos que sempre o marcaram. A Federação Portuguesa de Cineclubes, da qual António Loja Neves foi sócio-fundador, pretende assim dar a continuidade merecida ao seu trabalho de promoção da cinefilia dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa no espaço do cineclubismo nacional.\n[NOTA] Para impedir a recepção de filmes sem qualquer critério fomos obrigados a colocar taxas de inscrição. Essas taxas de inscrição são ultrapassáveis usando o seguinte voucher: \"FPCC\".",[26],"Portugal",[],[],"https:\u002F\u002Fwww.fpcc.pt\u002F",[],1677161316]